Com balé inclusivo, Anitta realiza sonho de atleta paralímpica!

0
2270

Grande destaque do Prêmio Multishow, cantora se apresentou ao lado de Camille Rodrigues, nadadora do Vasco e da seleção brasileira, que é amputada.

Quando Anitta entrou no palco para se apresentar no Prêmio Multishow na Arena da Barra, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, nesta terça-feira, trouxe, além de um repertório recheado de hits como “Will I See You”, “Is That For Me”, “Paradinha” e “Sua Cara”, um corpo de dançarinos que acabou sendo um show à parte. Em seu espetáculo de inclusão, a Poderosa mesclou suas bailarinas habituais com um modelo plus size, uma dona de casa, uma cadeirante, um rapaz com Síndrome de Down e uma atleta paralímpica de natação. Se 2016 foi um ano especial para Camille Rodrigues com a participação na Paralimpíada do Rio de Janeiro, em 2017 ela realizou seu sonho de, enfim, dividir o palco com a artista que tanto admira.

Via instagram

Muito assídua nas redes sociais, a jovem de 25 anos tem o costume de publicar vídeos dançando. Inclusive, já postou imagens fazendo coreografias da cantora, como a do hit “Paradinha”. E, claro, sempre marcando nessas postagens o perfil da Poderosa. Nesta terça-feira, Camille viveu a experiência de integrar o balé da artista e não decepcionou. Amputada desde os três anos de idade, ela, que usa uma prótese, surpreendeu até mesmo a artista com sua desenvoltura.

– Fiquei impressionada. Incrível a facilidade, mobilidade. Para mim, é uma coisa que seria muito difícil. Isso passa uma força… Quando o público olha isso no palco, te passa tudo, uma energia boa, te passa força! – relatou em entrevista exclusiva à TV Globo e ao GloboEsporte.com a Poderosa, que levou os prêmios de “Melhor Cantora”, “Melhor Música”, com “Sim ou Não”, e “Música Chiclete”, com “Loka”, que tem participação de Simone e Simaria.

Anitta explicou que Camille Rodrigues foi selecionada por sua coreógrafa Arielle Macedo e prontamente aprovada por ela. A Poderosa já conhecia seus vídeos no Instagram.

Via globo esporte

– Encarreguei a minha coreógrafa (da escolha), eu tinha essa vontade. Queria mostrar que era possível ter todo tipo de gente fazendo todo tipo de trabalho. Para o Prêmio, eu quis expandir isso: “Eu quero o balé mais diferenciado que você conseguir: eu quero idosos, quero anão, quero pessoas com deficiência. Quero tudo. Eu já conhecida vídeos dela. Minha coreógrafa comentou dela: “Lembra daquela menina?”. Eu falei: “Chama ela”. Eu achei incrível. Era a mensagem que eu queria passar, o que eu sonhei. A mensagem que eu quero passar é: eu não estou ajudando ninguém. Eles me dão irreverência, um palco lindo, uma mensagem, é tudo – falou.

DEIXE UMA RESPOSTA

Digite seu comentário!
Digite seu nome aqui